Rolando Christian Coelho

Rolando Christian Coelho

Rolando Christian Sant' Helena Coelho é bacharel em Comunicação Social, com especialização em Jornalismo. Também é bacharel em Psicologia e bacharel em Ciências Políticas. Tem MBA em Jornalismo Digital e em Administração e Marketing. Em 1990 fundou o Jornal Correio do Sul, assim como foi um dos fundadores da Rádio 93 FM em 2010. Atua também como produtor cultural e escritor.

7 de junho de 2018 19:05

Rolando Christian Coelho, 08/06/2018

Medidas tomadas pelo Tribunal Superior Eleitoral farão com que partidos invistam de verdade em candidaturas de mulheres.


Candidaturas fantasmas estão com os dias contados / /

Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral deve ajudar a combater as famosas candidaturas fantasmas de mulheres nas eleições brasileiras, sejam elas municipais ou estaduais. Obrigados a reservar pelos menos 30% das vagas de candidaturas às mulheres, os partidos não têm se constrangido em registrar candidatas só para cumprir tabela. Aqui mesmo em nossa região, no pleito de 2016, várias mulheres ‘emprestaram’ seus nomes para que os partidos pudessem preencher os 30% exigidos por lei. Várias destas candidaturas não fizeram nem mesmo o próprio voto, situação que está sendo investigada pelo Ministério Público Eleitoral.
De acordo com o TSE, no entanto, a partir deste ano os partidos precisarão reservar um percentual mínimo de 30% para que as candidatas mostrem sua voz nas rádios, ou seu rosto na televisão, durante os programas eleitorais. Na mesma lógica, 30% dos recursos do Fundo Partidário, destinado às campanhas, também têm que ser direcionados para as mulheres candidatas.
A intenção, por óbvio, é força os partidos a criarem quadros que possibilitem candidaturas femininas de verdade, fazendo com que as mulheres, de fato, participem do processo político-eleitoral efetivamente.
Pela decisão do TSE, se os 30% dos recursos financeiros do Fundo, destinados às campanhas, não forem para as candidaturas femininas, os outros 70% não poderão ser alocados, de forma proporcional, para as candidaturas masculinas. O mesmo acontecerá no que diz respeito ao tempo de televisão e rádio.
Na prática, ou os partidos começam a levar a sério a participação das mulheres na política, ou acabarão perdendo dinheiro e tempo de exposição na mídia, que é tudo o que qualquer sigla não quer que aconteça.

Notas

MDB do Sul do Estado tem sido orientado a aumentar o coro em favor da candidatura do governador Eduardo Moreira (MDB) à reeleição. Na segunda-feira a executiva estadual do partido se reunirá para definir o critério de escolha de seu candidato a governador. Por enquanto, o deputado federal Mauro Mariani é o candidato oficial da sigla. O grupo de Moreira, no entanto, diz que finalmente chegou a sua vez.

Parece piada, mas obras de pavimentação asfáltica da Serra da Rocinha, entre Timbé do Sul e a divisa com o Rio Grande do Sul, ficaram na eminência de terem seus recursos suspensos. Os R$ 23 milhões que estavam destinados a continuidade dos trabalhos ficaram na dependência de um canetaço da Secretaria de Governo do Palácio do Planalto, que dava a entender que o dinheiro não seria liberado. Depois de dois dias de pressão do deputado Ronaldo Benedet (MDB), que é o presidente da Frente Parlamentar em Defesa das obras da BR 101 e 285, o recurso foi assegurado.

Deputado estadual José Milton Scheffer (PP) diz acreditar que a dobradinha PSD/PP, para a disputa da governadoria catarinense, será viabilizada, “mais cedo ou mais tarde”. O parlamentar vai mais longe, ressaltando que não vê com estranheza a possibilidade de que Esperidião Amin (PP) e Raimundo Colombo (PSD) disputem, pela mesma coligação, o Senado Federal.

Está prevista para hoje, mas pode ser reagendada para segunda-feira, posse do suplente de deputado federal, Edinho Bez (MDB), no lugar do deputado preso, João Rodrigues (PSD). Por sua vez, Rodrigues aguarda o julgamento de um pedido de liminar, na Justiça Federal, para que possa retomar seus trabalhos no parlamento. Tal julgamento deve acontecer entre hoje e o próximo dia 14. Paralelo a isto, corre na Câmara Federal processo interno que pode levar a cassação de João Rodrigues, por falta de decoro, o que asseguraria a posse definitiva de Edinho até o final do atual mandato.

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