Agricultura

18/06/2018 16:00

Epagri discute rastreabilidade

Evento está acontecendo hoje


A Epagri realiza nesta segunda-feira, dia 18, um encontro com agricultores de Sombrio, Ermo e Santa Rosa do Sul para tratar de um assunto ainda pouco conhecido, mas que está ganhando espaço nas discussões do setor. A rastreabilidade dos produtos agrícolas vai se tornar obrigatória em Santa Catarina, e um funcionário da Cidasc estará presente à reunião hoje em Sombrio para explicar como se dá esse processo.
A engenheira agrônoma e extensionista da Epagri, Miriele de Oliveira Almeida, diz que será abordada também a questão da comercialização. “Por isso é importante que todo agricultor participe. Ali ele vai encontrar pessoas que produzem o mesmo que ele, e pode ser que os dois juntos consigam atender determinado mercado, que um sozinho não supre”, contou Miriele.
Está sendo feito um convite especial ainda às famílias rurais que estão fazendo a transição do cultivo tradicional para o orgânico. A demanda pela produção de alimentos sem o uso de agrotóxicos não para de crescer, e se tornou uma boa alternativa para muitos produtores. “O consumidor muitas vezes está disposto a pagar mais por esse produto, desde que tenha confiança”, acrescentou Miriele. É aí que entram a rastreabilidade e a organização para entrar no mercado dois assuntos em pauta no encontro que acontece nesta segunda-feira, às 14 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

Campanha do milho
A Epagri está fazendo neste momento a divulgação do plantio de milho, grão que Santa Catarina consome muito, devido a produção de aves, e que importa muito também. Boa parte do que é utilizado no Estado, vem de fora do país.
Segundo o técnico agrícola da Epagri de Sombrio, Sandoval Miguel Ferreira, o município possui aproximadamente 1300 hectares plantados com milho, quase todo ele voltado à manutenção da propriedade, com a confecção de silagem, por exemplo. Dependendo do objetivo, alimentar o gado ou seres humanos, é possível ter duas safras ao ano, uma delas começando agora em agosto.
A Epagri possui três variedades de milho, nenhuma delas transgênica, que são comercializadas, e que permitem depois que o agricultor faça sua própria semente. A procura por elas vem aumentando nos últimos três anos e os interessados podem fazer o pedido nos escritórios da Epagri até o dia 15 de julho, ao custo de R$80,00 a saca de 10 quilos.


16/06/2018 14:00

Produtores de Pitaya participam de capacitação em Araranguá

A Epagri promoveu o encontro no Centro de Treinamento de Araranguá


A Epagri promoveu no Centro de Treinamento (Cetrar) em Araranguá, nesta quarta-feira, dia 13, um encontro com produtores de pitaya da região. Foram 84 participantes que ao longo do dia debateram os assuntos relacionados à cultura da fruta, com o apoio do pesquisador da Epagri Dr. Alessandro Borini Lone.
Segundo o gerente Regional da Epagri, Reginaldo Ghellere, muitos agricultores iniciaram a atividade nos últimos 3 anos, mas ainda não haviam sido capacitados. “Com o avanço da área de produção de pitaya, desafios vão surgindo para os agricultores, como doenças e pragas. Este momento de capacitação possibilitou que os agricultores agregassem o conhecimento do pesquisador com a prática do dia-a-dia”, disse.
A pitaya tem sido uma fonte alternativa de renda para muitas famílias no Sul de Santa Catarina. Aproximadamente, são 70 hectares com a cultura, distribuídos em 120 famílias.


09/06/2018 10:00

Epagri realiza Oficina de Jardinagem em Escola de São João do Sul

Evento contou com a participação de 30 pessoas, dentre professores, pais e alunos


A Epagri de São João do Sul realizou na tarde de quarta-feira, dia 6, uma oficina sobre Jardinagem na Escola Caetano Lummertz, comunidade de Vila Santa Catarina, com o objetivo de sensibilizar e motivar a comunidade escolar para o ajardinamento, arborização, plantio de espécies alimentícias e medicinais nas dependências da escola.
O evento contou com a participação de 30 pessoas, dentre professores, pais e alunos. A Engenheira Agrônoma Mariele Duarte Anastácio, extensionista rural da Epagri de São João do Sul, ministrou a oficina, discutindo temas como o plantio e preparo do solo, uso de plantas medicinais e frutíferas no jardim, compostagem e emprego de materiais recicláveis na composição do jardim.
Segundo a engenheira agrônoma da Epagri, além de melhorar a qualidade de vida das crianças no ambiente escolar, a implantação do jardim propiciará aos alunos um maior contato com a natureza, incentivo à alimentação mais saudável, embelezamento e valorização da escola.
Após a parte teórica, os participantes trabalharam em grupos, onde cada grupo ficou responsável pelo planejamento e implantação de uma parte do jardim. “Esta atividade, vem de encontro ao projeto da Escola Caetano Lummertz, que pretende melhorar seu espaço físico, através da jardinagem, arborização e horta escolar”, explicou.
Outras oficinas de Jardinagem e Pomar estão planejadas pela Epagri e acontecerão em propriedades rurais do município nos meses de junho e julho, visando melhoria dos espaços, autoabastecimento em frutas, hortaliças e ervas medicinais e a conscientização ambiental.


06/06/2018 17:00

Maracujá amplia área plantada

Dados mostram o avanço do cultivo de frutas, quase sempre ocupando uma área até então destinada ao fumo


O Censo Agro 2017 deu números a uma realidade que já vinha sendo observada por quem tem ligação com a agricultura em Sombrio. Os dados mostram o avanço do cultivo de frutas, quase sempre ocupando uma área até então destinada ao fumo. No município, o maior avanço é do maracujá, com 379 hectares plantados, e uma produção média de 5.300 caixas de 11 quilos por hectare. Hoje essa lavoura possui um significado econômico expressivo para a região.
Um dos primeiros a investir na fruta em Sombrio, com os primeiros pés plantados há 23 anos, Marcelo Bendo produz e comercializa maracujá. “Tem aumentado a área plantada e a quantidade de produtores”, confirmou. Esse ritmo se manteve mesmo depois do surgimento na região da virose do endurecimento, em 2016, uma doença que se espalhou pelas plantações, provocando queda na produção e no valor da fruta para o mercado.
Atraindo mais pessoas, os agricultores começam a sentir necessidade de se organizar melhor. Com a ajuda da Epagri, está tendo início a criação de uma associação que defenda os interesses do setor. Um desses interesses é a aprovação de uma legislação específica para o maracujá. O movimento tem o apoio do coordenador regional da Epagri Reginaldo Ghellere. “Queremos estar em Florianópolis lutando por esta lei, e uma comissão pode representar os produtores, organizados em uma associação”, disse.
A safra de maracujá está em andamento até julho.

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