Economia

14/08/2017 19:58

Cooperja realiza 1ª devolução de Capital Social no RS


No dia 9 de agosto aconteceu a 1ª Devolução de Capital Social para 12 associados que plantam no Rio Grande do Sul, que completaram 60 anos de idade e 10 como associado.

Em 2017 a Cooperja realizou 3 Devoluções de Capital Social, sendo duas em Santa Catarina e esta no Rio Grande do Sul. Foram mais de R$ 3,5 milhões devolvidos. “Acredito ser justo e é uma honra realizar estas devoluções. O dinheiro sempre chega em boa hora para o associado. Agradecemos a todos vocês que vieram de SC e aos gaúchos que acreditaram e confiaram em nós desde o início. Constituímos indústria aqui em 2007 e vocês estão com a gente desde então. E certamente continuarão acreditando na força do cooperativismo”, afirma o presidente da Cooperja Vanir Zanatta. A cooperativa foi para o estado gaúcho para atender a demanda dos agricultores associados, que migraram para a região, pois queriam aumentar seus negócios e produzir mais. Aos poucos, os produtores próximos à indústria, começaram a depositar seu arroz na cooperativa e se tornaram também associados. Hoje a Cooperja possui em Santo Antônio da Patrulha, uma unidade industrial completa, onde recebe, armazena e industrializa o “carro-chefe” da cooperativa, o Arroz Caçarola, parboilizado e branco. E, possui uma loja agropecuária para comercializar produtos e insumos agrícolas.

“Só temos a agradecer a Cooperja, pois se esta não existisse, com certeza seria tudo mais difícil. O cooperativismo une os agricultores e nós só conseguimos evoluir com o apoio de vocês. Hoje somos verdadeiros amigos”, declara a associada Maria de Lourdes Gomes Mota.

No mesmo dia foi realizada a reunião conjunta com todos os Comitês Educativos e a visita à unidade industrial da Cooperativa.


10/08/2017 06:00

Injeção do FGTS teve baixo impacto no varejo catarinense

Saque das contas inativas foi finalizado no dia 31 de julho


Apesar de comemorada tão logo feito o anúncio, a liberação para saque dos valores relativos às contas inativas do FGTS pouco se refletiu no comércio de Santa Catarina. A avaliação é da Federação das CDLs de SC (FCDL/SC), que promoveu levantamento junto a 400 empresas de varejo das 20 cidades catarinenses de maior potencial de consumo. O resultado mostrou que o mês de julho ainda ficou distante das metas pretendidas, com leve retração nas vendas a prazo (-3,3%), comparando-se com os resultados do ano anterior.

“Apesar de ter sido tímido o reflexo, é provável que a situação econômica fosse pior caso este recurso não tivesse sido liberado”, aponta Ivan Tauffer, presidente da entidade. A análise ainda considera que o recurso foi utilizado para compras à vista ou pagamento e renegociação de débitos, prática que permite a retomada do poder de compra do consumidor.

Segundo a Caixa Econômica Federal, foram pagos mais de R$ 44 bilhões em todo o país – sendo cerca de R$ 2,2 bilhões para os catarinenses. Ainda de acordo com o banco, a medida beneficiou mais de 25,9 milhões de trabalhadores. Os saques foram feitos entre 10 de março e 31 de julho, apenas de contas que foram desativadas até 31 de dezembro de 2015. Mais de 31 milhões de atendimentos presenciais foram feitos nas agências.


10/08/2017 02:00

10 opções de franquias com faturamento médio mensal a partir de R$ 40 mil

Confira marcas consolidadas que oferecem condições para um bom faturamento mensal e faça sua escolha!


A busca por independência financeira tem aumentado a procura por investimentos em franquias aumentar. Isso se deve ao fato de que investir em marcas já consolidadas é uma aposta de menor risco para quem está começando a empreender, visto que a operação do negócio já foi testada e é possível focar mais na área comercial.

Com isso, as marcas apresentam uma previsão de faturamento, embora não exista nenhuma garantia de que o franqueado de fato vai conseguir faturar tal quantia mensal. Para que isso aconteça, é necessário que o franqueado escolha um bom ponto para a implantação do negócio, leia atentamente os manuais da marca e se dedique intensamente a conquistar tal resultado.

Conheça abaixo opções de franquias com faturamento médio mensal a partir de R$ 40 mil, de setores variados. Mais informações sobre todas elas você encontra no portal Sua Franquia:

1 – Chicken in House

A empresa Chicken in House começou a operar em 2014 em Volta Redonda (RJ) com layout e identidade americanizados, mas com produtos de frango com tempero genuinamente brasileiro, como a Asa de Frango recheada.

A marca opera há um ano como rede de franquias e já possui 7 lojas (3 delivery e 4 lojas de rua) em operação nas cidades de Pouso Alegre e Cristais (MG), Volta Redonda, Campo de Goytacazes e Magé (RJ), Cianorte (PR) e Rondonópolis (MT). Ainda este ano deverá lançar mais 25 unidades em São Paulo, Alagoas, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, além de diversos pontos no Rio de Janeiro. Com isso, a meta da marca é ter 100 franquias abertas e ativas até o final de 2017.

Uma nova unidade da marca sai por volta da R$127 mil de investimento total.

Clique aqui e saiba como abrir uma franquia Chicken In House

 

2-  Especialista do Lar

Fundada em 2015, a marca pertence ao grupo E-Lar e trouxe para o mercado de reformas e construção um novo conceito em atendimento e gestão da qualidade. A empresa foi criada já com o objetivo de expandir pelo sistema de franquias, pois acredita que este é o melhor sistema para garantir o melhor atendimento em qualquer região.

Para expandir, a marca busca franqueados com visão de negócios e, preferencialmente, com perfil comercial. É importante que o candidato tenha disponibilidade para estar presente no dia-a-dia do negócio ou que tenha um sócio ou parceiro para isso. O investimento total para novas unidades é de cerca de R$ 75 mil, já incluindo R$ 15 mil para capital de giro. Dessa forma, a rede estima um faturamento médio em torno de R$ 80 mil para as franquias e um payback entre 12 e 18 meses.

Clique aqui e saiba como abrir uma franquia Especialista do Lar

 

3 – Alergoshop

Fundada em 1993, a Alergoshop foi a primeira empresa no país a entender as reais necessidades das pessoas alérgicas. Especializada em produtos hipoalergênicos conta com 15 lojas e mais de 80 itens de fabricação própria e possui 10 diferentes linhas de produtos que incluem cosméticos, capas antiácaro, desodorantes, hidratantes, protetores solares, repelentes, produtos de limpeza, espaçador, desumidificador, umidificador purificadores de ar entre outros.

Em 2012 a empresa decidiu apostar no mercado de franquias e já soma 11 unidades franqueadas, sendo sete no Estado de São Paulo, além de unidades nos estados Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e Pernambuco. Para participar da rede é necessário um investimento inicial de R$140 mil à R$200 mil.

 

4 – Spaziale Italiana

A paixão pela gastronomia começou com o patriarca, o empresário Luiz Eduardo Pirola, que nas horas vagas se aventurava na cozinha fazendo pratos para degustação da família e amigos. E assim em 2015 surgiu o restaurante Spaziale Italiana, modelo de negócio diferenciado, onde o cliente toma o lugar de chef e assume a montagem do seu prato.

Com o slogan “Aqui você é o chef”, o cliente escolhe entre 7 opções de macarrão, nhoque, lasanha, risoto e pizza, e completa com os mais de 30 tipos de acompanhamentos, sem limite de itens. Os pratos são preparados em até 3 minutos na frente do cliente. Uma nova unidade custa a partir de R$212.000,00.

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5 – Sr. Sorvete

A rede traz toda a tradição e alta qualidade dos mais de 20 anos de experiência do sócio fundador e chef Gelatiere, Leandro Sambini. Com uma fábrica em Itápolis,unidades em Cravinhos, Bauru (SP), Rio Branco (AC) e Uberlândia (MG), a marca oferece um variado mix de produtos com mais de 100 sabores de sorvetes de massa, além de picolés, taças, milk-shakes, açaí, entre outros, além de café, chocolate quente e salgados.

A empresa conta, ainda, com modernos equipamentos de última geração para maior precisão na fabricação de seus produtos. Para adquirir uma unidade da rede é necessário desembolsar cerca de R$ 145 mil.

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6 – GOU Franquias

A GOU (Grupo Odontológico Unificado) possui mais de 70 unidades pelo Brasil e tem como objetivo oferecer o mais alto padrão em tratamentos ortodônticos e clareamento dental de forma personalizada e acessível a toda população.

Todos os dentistas da rede GOU possuem especialização em ortodontia e, aliada a metodologia desenvolvida pela rede, garantem o melhor e mais rápido atendimento a um maior número de pacientes.  Com sede em Uberlândia, MG, a rede de franquias possui quatro modelos de negócio para todos os portes de cidades, com investimento inicial a partir de R$ 120 mil.

 

7 – KingCase

A KingCase  é uma rede de franquias que inova na arte de personalizar cases, fazendo com que cada peça seja única! A loja modelo foi criada na cidade de São José do Rio Preto e, atualmente, a rede soma seis unidades localizadas em cidades do interior do estado de São Paulo.

Também em Rio Preto encontra-se o depósito central e escritório, no qual funcionam setores de criação, produção e vendas por atacado. Uma nova unidade da marca sai a partir de R$ 50 mil de investimento inicial.

 

8 – Multifilmes

Criada em 1999, a Multifilmes é especializada em aplicar películas em vidros de veículos e residências, seja para controle solar, antivandalismo, privacidade e também decorativas.

Além disso, a rede oferece produtos de alto padrão como papel de parede autocolante e adesivo para pinturas de veículos. No segmento de franquias desde 2017, a marca oferece três modelos de negócio, com investimento inicial a partir de R$ 28 mil.

 

9 – Tudolar Utilidades

É uma rede de franquias que oferece ao cliente uma vasta gama de produtos de diversos segmentos, como: utilidades domésticas, presentes, decorações, limpeza, eletroeletrônicos, ferragens, ferramentas, utensílios de jardinagem, acessórios de higiene pessoal, celulares, informática, entre outros.

Com o objetivo de oferecer a seus consumidores soluções práticas para o dia a dia, a empresa conta com estrutura de distribuição homologada e duas lojas próprias. Com investimento inicial de R$183 mil, a loja tem faturamento médio mensal de R$50 mil a R$150 mil, de acordo com a cidade e o tamanho da loja.

 

10 – Bolos da Cecília

Resultado da paixão de Cecília Victório pela cozinha, a Bolos da Cecília foi uma das primeiras marcas do ramo de bolos artesanais, pensando em unir as famílias em volta da mesa para lembrar os sabores e valores da infância.

Outro diferencial da rede são os bolos vendidos em pedaços, que podem ser consumidos com variados tipos de café e refrigerantes, além de salgados e sorvetes que são vendidos no local. O investimento inicial para participar da rede é a partir de 188mil.

 


06/08/2017 18:00

10 erros tributários que podem levar uma empresa à falência


 No Brasil, os tributos chegam a representar metade do faturamento de algumas empresas. Por isso, os cuidados com a contabilidade podem representar um ganho de competitividade ou até arriscar a continuidade do negócio. Um descuido pode representar multas de até 225% do valor do imposto devido, sem contar os juros. E não pense que o fisco pode ser driblado. Com o avanço da tecnologia, a capacidade de realizar fiscalizações em massa é cada vez maior. As empresas devem adotar políticas de compliance fiscal e uma boa governança tributária, cuidados que podem evitar a falência de uma organização.

Segundo o coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo (UP) nas áreas Tributária, Contábil e de Controladoria, Marco Aurélio Pitta, cruzamentos automáticos nos supercomputadores da Receita Federal são muito comuns, uma vez que os dados de instituições financeiras e outros contribuintes são declarados anual e mensalmente para o fisco, criando um “prato cheio” para as auditorias eletrônicas da Receita. “Um bom exemplo dessa transparência são as operações com cartões de crédito. As instituições financeiras também informam as movimentações para o fisco anualmente. Por isso, empresas que omitem faturamento, por exemplo, podem estar com os dias contados”, explica. Entre os erros mais comuns cometidos pelas empresas relacionados à área tributária, estão:

  1. Omitir receitas e faturamentos:  o fisco tem atualmente poderio suficiente para cruzar informações com as movimentações bancárias e cartões de crédito.

  1. Optar pelo regime tributário incorreto: o enquadramento do Simples Nacional sem o cumprimento de seus requisitos podem fazer a empresa ter carga tributária ainda maior.

  1. Realizar tomada de créditos tributários de forma indevida: a legislação brasileira, principalmente de PIS e COFINS, é bastante confusa e, por isso, pode gerar interpretação equivocada daquilo que se pode ou não tomar créditos. O ideal é fazer uma auditoria tributária para avaliar essas inconsistências. Caso algum erro seja encontrado, existe a possibilidade de retificação para evitar multa.

  1. Atrasar o pagamento dos tributos: diferente dos fornecedores habituais, em que é possível uma renegociação para não pagar multa e juros, o governo não tolera um dia de atraso nos recolhimentos dos tributos.

  2. Confundir patrimônio de pessoa física com pessoa jurídica: considerar um veículo do sócio no ativo fixo de sua empresa pode gerar despesas não dedutíveis em sua contabilidade.

  1. Praticar simulação tributária ou evasão fiscal: algumas empresas que prestam dois serviços diferentes acabam separando as atividades para reduzir a carga tributária. Entretanto, o fisco pode considerar esse movimento como “evasão tributária”. Por isso, é importante que qualquer planejamento tributário tenha algum motivo diferente do que economizar imposto. É preciso ter uma motivação econômica para tal.

  1. Cometer falta ou erro no envio dos arquivos para o fisco: a falta de entrega ou mesmo a omissão podem representar multas altíssimas para a organização.

  2. Atender à fiscalização de forma inadequada: atendimento aos prazos é imperativo nessas situações. Uma multa da Receita Federal, por exemplo, pode afetar o caixa de uma empresa com percentuais que variam entre 75% e 225% sobre o imposto devido, além de efeitos penais para sócios e administradores.

  3. Deixar de observar oportunidades de planejamento tributário: é dever de todo administrador observar possibilidades de otimização tributária de forma lícita. A falta de observação das melhores alternativas existentes na legislação pode fazer um concorrente ser mais bem-sucedido em suas margens.

  4. Não considerar os reflexos tributários na formação de preços: as empresas são meras “arrecadadoras” dos tributos do governo. Imaginar pagar um tributo sem ter repassado isso no preço do produto ou serviço pode se tornar um grande problema para o negócio.

 

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