Educação

12/12/2017 16:00

Alunos da Apae prestigiam biblioteca e teatro


Uma turma de alunos da Apae de Balneário Arroio do Silva esteve na biblioteca municipal e acompanhou a apresentação de uma peça de teatro encenada por estudantes que integram o Teatro JAC da Escola Municipal Jardim Atlântico.

A história contada foi do Chapeuzinho Vermelho. Diretamente do mundo da leitura para a realidade, os alunos ficaram encantados com a peça de teatro apresentada. O espaço da biblioteca tem sido palco de inúmeras apresentações, o que tem reunido muitos alunos. Esta é uma forma encontrada de estimular a visita dos estudantes no espaço, além de incentivá-los a ler.

As ações de estímulo à leitura são realizadas pela Secretaria Municipal de Educação, através da Biblioteca Municipal em parceria com as escolas e entidades.


12/12/2017 09:58

Artigo – A Procura Pela Beleza


A beleza ideal, essa defendida na mídia todos os dias, vem como um desafio diário para aqueles que tentam alcançá-la, uma vez que para se obtiver o padrão estético defendido na sociedade, é necessário muito esforço aliando uma alimentação funcional a prática de exercícios físicos e, em muitos casos, recorrendo a procedimentos estéticos.  Mas, vale a pena correr riscos em busca de um padrão de beleza imposto por pessoas que, muitas vezes, nem fazem parte do nosso ciclo de convivência?

Muitos jovens, obcecados pela beleza, buscam métodos não convencionais para conseguirem o corpo desejado. Isso, com certeza, acontece com cada vez mais frequência, pelos resultados rápidos que os mesmos oferecem. Aliás, muitas pessoas desistem de frequentar academias e/ou de manter uma alimentação saudável porque ambas as práticas não oferecem os resultados tão rápidos quanto os procedimentos estéticos.

Por conta disso, muitos recorrem a anabolizantes, cirurgias clandestinas, procedimentos à base de laser, toxina botulínica (botox) e preenchimentos (como hidrogel ou a bioplastia). Mas, antes de escolher o recurso é preciso conhecer seus riscos e efeitos colaterais porque corpo bonito, meus caros, não é sinônimo de saúde.

Por falar nisso, é necessário mencionar que o uso indevido de anabolizantes ou a busca abusiva por procedimentos estéticos pode causar danos irreversíveis na vida de uma pessoa e nesses casos o que era um sonho pode virar um pesadelo. Então pense bem sobre o que você quer para sua vida. Não seja mais uma pessoa que vive para agradar os outros. Não se torne uma pessoa vazia que somente busca encaixar-se nos padrões impostos socialmente. Reflita sobre o que lhe faz bem e não se deixe influenciar pela mídia, pois de acordo com a dermatologista, Camila Ciarglio em entrevista para a revista Veja (2016), “Por influência das celebridades da TV, as pessoas estão banalizando a procura por esses tratamentos, exibindo corpos moldados por meio de cirurgias ou aplicações hormonais realizadas em momentos inadequados”.

Quando vivemos em sociedade é inevitável à criação de padrões estéticos, comportamentais, entre tantos outros, porém cabe a cada um de nós saber discernir o que é mais relevante para a nossa boa convivência social e para o nosso bem estar.

Tendo em vista os aspectos observados, conclui-se que antes de realizar cirurgias plásticas ou quaisquer tipos de procedimentos estéticos em busca de um sonho, é preciso escolher um bom especialista, uma pessoa que seja qualificada na área e que vá melhorar sua condição. Mas se você apenas busca por aceitação social, tenha a plena consciência que uma cirurgia dificilmente irá resolver seus transtornos psíquicos e/ou de convivência em sociedade.

Seja autoconfiante, ame-se e seja feliz. Esqueça os padrões.

 

Guilherme Machado dos Santos

1º ano 2 Inovador


12/12/2017 08:00

Alunos recebem certificados do Sanitarista Jr


A última semana foi marcada pelo encerramento do Projeto Sanitarista Júnior em duas escolas de Araranguá, cujas solenidades aconteceram nos dias 4 e 7 de dezembro. O projeto da Cidasc, no município, contou com a parceria da prefeitura e das instituições Arasul e Prodapys.

Todos os alunos participantes receberam um certificado de Sanitarista Jr. e com ele, a missão de passar adiante e colocar em prática o conhecimento adquirido.

O objetivo, segundo a médica veterinária da Cidasc e responsável regional pelo projeto, Paula Grechi Gerhardt de Almeida, era ensinar temas referentes a Defesa Sanitária Agropecuária, sensibilizando os adultos do futuro para uma consciência de responsabilidade e cooperação para a economia e a saúde do meio ambiente de forma integral, e aproximar um pouco mais da comunidade, este órgão estadual, através dos pequenos.

Na escola Almerindo Manoel da Luz, os alunos do 4º e 5º anos matutinos, participantes do Sanitarista Jr, fizeram diversas demonstrações do conteúdo aprendido. Apresentaram paródias, manequim de bovino com os brincos de identificação oficial, explicando sua função, e também a exposição de alguns dos trabalhos realizados ao longo do desenvolvimento do projeto.

Na escola Otávio Manoel Anastácio, os alunos do 4º ano vespertino participaram de uma gincana, respondendo a perguntas sobre a Defesa Sanitária Agropecuária. O local escolhido foi o pátio do Parque Ecológico de Maracajá, onde eles fizeram a trilha e observaram os animais que são acolhidos e expostos no local.

Nos dois encerramentos, estiveram presentes profissionais e representantes da Cidasc, assim como responsáveis pela pasta regional da Educação. Foi entregue um tablet para a melhor redação, no 5º ano e um para o melhor desenho de cada 4º ano.

Este ano o projeto foi desenvolvido em quatro escolas da região, duas em Araranguá, uma em Sombrio e uma em Timbé do Sul. “A Cidasc agradece a todos os envolvidos, principalmente aos diretores das escolas, professores e alunos”, concluiu o gestor regional da Cidasc.


11/12/2017 11:00

Artigo: Machismo: uma atitude antiquada

Da série 'O Que Eles Têm a Dizer'


   Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar claro a você, querido leitor, que ao mencionar que a sociedade do século atual é machista e patriarcal não estou generalizando, mas considerando que boa parte da mesma ainda acredita que a mulher deve dedicar-se às atividades domésticas. Senti-me a vontade de usar a palavra sociedade para fazer referencia a essas pessoas. Se você, assim como eu, não se encaixa nessa parcela da sociedade, não se sinta ofendido. Sem mais esclarecimentos, segue minha opinião sobre o patriarcado machista.

Vivemos, atualmente, em uma sociedade machista e patriarcal, que está despreparada para aceitar pessoas que apresentam atitudes contrárias ao que o patriarcado acredita e impossibilitada de aceitar a condição assegurada por lei às mulheres. Mas eu, jovem mulher não sou obrigada a sentar e concordar com o patriarcado machista sem fazer nada. Eu, ao menos vou falar aquilo que penso e acredito e, acima de tudo, vou defender a posição social da mulher sempre.

Em um mundo no qual o padrão reconhecido como ‘normal’ é uma mulher, casar, ter filhos e viver para sua família, trabalhando fora sob a condição de realizar todas as suas tarefas domésticas com êxito, sendo a bela, recatada e do lar, não me parece ser a vida que eu e muitas mulheres sonhamos. Todavia, infelizmente, as mulheres que decidem não seguir esses padrões impostos historicamente e socialmente, são consideradas, por grande parte da sociedade, como pessoas de condutas inadequadas, e vítimas de violências verbais e físicas.

Atitudes machistas matam todos os dias e de maneiras diferentes e nos mais variados lugares muitas mulheres que ousam ser diferentes e lutam por seu lugar na sociedade. Esse tipo de notícia pode ser acompanhado diariamente nos mais variados tipos de mídias. E se considerarmos que muitos casos nem são denunciados a situação é ainda mais preocupante.

E o que dizer das agressões verbais que acabam com nossos sonhos e desejos? O que dizer das situações em que somos obrigadas a aceitar, posições de trabalhos menores do que merecemos? O que dizer das nossas inúmeras opiniões que são caladas e/ou ignoradas?

Nós apenas queremos igualdade, queremos que aquilo que a lei nos assegura seja, de fato, posto em prática. Queremos sair nas ruas e andar livremente sem medo de sermos atacadas por pessoas que jogam a culpa do ataque nas roupas que usamos. Aliás, nós não queremos e não precisamos de julgamentos sobre as nossas roupas ou sobre quem beijamos ou deixamos de beijar na balada do sábado à noite. Nós queremos reconhecimento pelos domingos que estávamos de pé trabalhando mesmo depois de uma balada daquelas no sábado. Nós queremos respeito, queremos o direito de ir e vir, queremos ser felizes.

Eu não nasci feminista, a vida me ensinou a ser, porque nenhuma mulher deve ser vítima de violência doméstica. Nenhuma mulher deve ser oprimida. Nenhuma mulher deve deixar de lado o batom vermelho para parecer, aos olhos do patriarcado machista, uma mulher confiável, uma mulher para casar. Nós precisamos de mulheres bem resolvidas e acima de tudo felizes consigo mesmas. O machismo, virou cafona.

A vida me ensinou a ser feminista pois eu também li muitos textos como esse, que me motivaram a ser quem eu sou hoje. Essa luta se tornou minha também, pois quero deixar uma sociedade livre de preconceitos para as futuras gerações.
Mais empatia entre as pessoas. Se eu disse que não, é não, não estou fazendo doce e você não tem o direito de tocar em mim.

 

Maria Eduarda Vieira da Silveira

1º ano 2 Inovador

 

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