Esportes

19/04/2017 11:58

Althoff e Satc formalizam parceria para o handebol

Rede de supermercados dará incentivo mensal para auxiliar na alimentação de atletas


Uma parceria que nasce com duas marcas fortes. A Satc e o Althoff Supermercados se unem para garantir mais apoio ao handebol. A rede é a mais nova patrocinadora do time mantido pela escola. Todos os meses, o Althoff vai contribuir com R$ 1 mil em vale-compras. Os valores serão utilizados pelos jogadores de handebol que moram ou passam pela Casa do Atleta, no bairro Universitário.

“Acreditamos no projeto desenvolvido pela Satc e também no incentivo e valorização do esporte”, ressaltou o vice-presidente do grupo, Ricardo Althoff. O contrato foi assinado na manhã desta terça-feira (18) na escola. A validade é de um ano, podendo ser prorrogado.

Além do Althoff, ainda são apoiadores do esporte o Posto Dário, Doce Pão, Restaurante Duck’s e a Fundação Municipal de Esportes (FME) de Criciúma. “A vinda do Althoff agrega mais apoio aos nossos times”, afirmou o técnico Martinho Mrotskoski Neto.

Atualmente, quatro jogadores moram na Casa do Atleta. Em dias de competição ou quando é preciso treinar, o espaço acaba recebendo mais jovens que pernoitam ou passam para descansar. “A alimentação de qualidade é fundamental, por isso o pessoal da casa ficou bem contente com o apoio do supermercado”, destacou o atleta profissional Lucas Goulart.

Realizado pela Satc há 15 anos, o projeto de handebol estimula não apenas a competição, mas a formação humana e a prática esportiva. “Contamos com alunos de 9 anos já praticando o handebol. Esse trabalho contínuo serviu para que a Satc se tornasse referência em Santa Catarina na modalidade”, comentou o coordenador de Educação Física da Satc, Antônio Luiz Soratto, o Toninho.


10/04/2017 14:00

Boia Cross volta arrancando elogios


Depois de seis anos sem acontecer, o 22° Boia Cross de Praia Grande relembrou
os antigos eventos. Apesar do mau tempo, muita gente prestigiou cada uma das atrações, deixando nos organizadores a sensação de dever cumprido. Fernando Roxo, secretário de Administração, analisou com números o sucesso do Bois Cross. “Nossa avaliação é positiva. É um recomeço, para toda a população. Era um anseio de todos. Percebemos muita participação, apesar da chuva. Foram 500 inscritos para as categorias da boia, mais 12 duplas de vôlei e 120 bicicletas inscritas para
o circuito, e tudo com baixo investimento, então valeu a pena. É um acontecimento que
voltou para ficar”, declarou. O prefeito Henrique Maciel também estava celebrando
a participação do público no fim de semana cheio de muitas atividades. “Era um desafio resgatar o Boia Cross, um acontecimento extremamente importante para Praia Grande e região. Reflete nossas belezas naturais, está entre os poucos eventos  nacionais deste segmento, que não podemos deixar morrer, e fazendo uma
roupagem nova, trouxemos todas essas pessoas, mesmo com o clima ruim. Estamos
maravilhados, satisfeitos e agradecidos”, comentou. Um dos esportes incluídos no
Boia Cross, o vôlei, atraiu duplas de toda a região. Elisa Pereira Souza, que jogou por
Praia Grande, acredita que é interessante haver outras competições para valorizar
mais atletas. “É legal porque valoriza outros esportes, e o pessoal aqui gosta de jogar.
Veio bastante duplas”, relata.

As belezas
As soberanas do Boia Cross 2017 embelezaram ainda mais o que já é belo em
Praia Grande. Duas das três jovens, Sheron Mariana Cortês, natural de Arroio do Silva,
e Duane Américo Carlos, que é de Sombrio, desfilaram pelo complexo do evento admirando as singularidades da competição. “É um programa bem diferente, mas interessante. Não se vê as pessoas descendo o rio, de boia, em outro lugar”, disse Sheron. “É legal, mesmo depois de não ter tido alguns anos. Pretendo vir mais e assistir a corrida de boias que é bem diferente”, declarou Duane. Giane Pokamaja do Nascimento, de Praia Grande, foi eleita a rainha do Boia Cross.

Começando cedo
Embrulhado em uma manta nos braços da avó, Kai, com 45 dias de vida, esperava
a chegada dos pais, vencedores da categoria Dupla Mista do Boia Cross. Na água, Amanda Crosa e Rafael Rocha, apaixonados pela natureza e surfistas, davam um show ao cruzar mais uma vez a linha de chegada em primeiro lugar. Nas outras categorias, o pai do pequeno já foi campeão. “O rio estava bem favorável, mas cansa muito, ainda mais por que não estou fisicamente preparada. Espero que ele já cresça na boia”,
disse Amanda. Para Rafael, que já é fã do boia cross desde pequeno, o objetivo é fazer do pequeno Kai, um campeão da próxima geração. “É bom despertar esse amor, a expectativa pelo Boia Cross chegando, a tristeza por que acabou, nas novas gerações. E tem tudo para o evento voltar a ser um grande sucesso”, declarou. Este foi o primeiro ano de Amanda na competição, já que ela era de Florianópolis.
Mas com um começo desses, tem tudo para essa família continuar fazendo sucesso nas
águas de Praia Grande.


24/03/2017 10:00

Atletas da equipe nacional de Punhobol se preparam para o Mundial

Grupo treinou na Satc, aprimorando passes e entrosamento para competição que ocorre em julho


A Seleção Brasileira de Punhobol se prepara para os Jogos Mundiais de 2017. A disputa, que será realizada entre 20 e 30 de julho, ocorre na Polônia. No último fim de semana a Satc recebeu os atletas que estão intensificando os treinos de olho no Mundial.

“Não temos uma sede fixa. É um problema encontrar locais para o treino, nós procuramos campos parecidos com os dos torneios. O da Satc é macio, semelhante ao do campeonato na Polônia”, afirmou o treinador da Seleção Brasileira, Gerson Suffert.

A preparação segue em ritmo forte, com dois locais já agendados para treino. Dias 25 e 26 em Curitiba (PR) e depois 1 e 2 em Novo Hamburgo (RS). A equipe tenta repetir 2009, quando venceu o torneio. “O objetivo é ser campeão, a Alemanha é superior, mas nada impossível. Se o Brasil ficar em quinto lugar será um fracasso”, disse Suffert.

Além da preparação tática, a equipe técnica grava os treinos e jogos, para buscar soluções em relação as jogadas. “Nós fazemos scouts das partidas, isso auxilia na parte técnica. Serve para verificar desde o levantamento de bola até a batida. Analisamos os adversários com filmagem, assim conseguimos identificar as táticas de jogo”, contou o técnico em análise de estatísticas, Paulo Raya.

A condição física dos atletas também possui cuidados. Nenhum deles vive apenas do Punhobol. Realizar exercícios antes e depois das atividades é fundamental. “Depois dos jogos tem que tomar cuidado com os atletas e fazer massagem. A exigência é maior nas partidas oficiais”, afirmou o fisioterapeuta da Seleção Brasileira, Ivo Luiz Heinzmann.

O grupo possui um time jovem, com atletas entre 17 e 33 anos. São jogadores de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. “Esse treino tem muita importância. Cada clube tem um estilo, com o time reunido temos a visão de como a Seleção vai jogar. Também podemos programar jogadas”, afirmou Raya.

 

Equipe técnica tem tradição na modalidade

O treinador da equipe, Gerson Suffert, já foi técnico da Seleção Brasileira Feminina. Além disso, era o capitão do Brasil nos títulos dos Campeonatos Mundiais de 1999 e 2003. Paulo Raya também foi atleta, e venceu o Mundial Interclubes.

 

Jogos Mundiais e Campeonato Mundial

Os dois torneios são disputados a cada quatro anos, se alternando nos anos impares. Os Jogos Mundiais são eventos que envolvem várias modalidades, como boliche, jiu-jitsu e surf. São esportes não-olímpicos, mas com o reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (COI). Já o Campeonato Mundial de Punhobol é um torneio com mais equipes participantes.

O Brasil foi campeão dos Jogos Mundiais em 2009. O evento não possui a categoria feminina. Em 1999 e 2003 os homens conquistaram o Campeonato Mundial, em 2010 foi a vez das mulheres. O masculino ainda tem três vices dos jogos mundiais.

 


24/02/2017 10:00

Basquete feminino é destaque nos projetos da Satc

Categoria sub-17 foi campeã estadual ano passado. Equipes se preparam para voltar à quadra em março


A Satc tem tradição em incentivar a prática esportiva. Em 2016, por meio da parceria com a Fundação Municipal de Esportes (FME) de Criciúma, o basquete passou a fazer parte dos projetos da escola.

Hoje, o basquete reúne 40 adolescentes divididas nas categorias sub-12, sub-13, sub-15 e sub-17. Os treinos são realizados de segunda à sábado. Apenas as categorias sub-15 e sub-17 treinam todos os dias, o que envolve práticas na academia para fortalecimento da musculatura.

“A Satc está dando todo o apoio para que o basquete feminino cresça em Criciúma. Além disso, tem a parte social que a instituição trabalha junto com a Fundação Municipal de Esporte”, enaltece o coordenador de Educação Física da Satc, Antônio Luiz Soratto, o Toninho.

Duas atletas do projeto conseguiram bolsas para jogar nos Estados Unidos. Uma delas é Emanuelle de Oliveira, que também faz parte da seleção brasileira sub-17.

Na última temporada a equipe da Satc participou de 11 campeonatos, considerando todas as categorias. Os resultados positivos apareceram já no primeiro ano de parceria. O time sub-17 foi campeão estadual em 2016.

“O basquete feminino em Criciúma não estava sendo valorizado. Esse projeto surgiu para diminuir o problema. Em 2016 foi realizada a parceira com a Satc, o que melhorou as condições de trabalho”, afirma a técnica da equipe, Luana Scaini Minotto.

A primeira disputa em 2017 será o Campeonato Estadual, que envolverá as categorias sub-13 e sub-15. O torneio ocorre dia 15 de março, mas ainda não tem local definido.

 

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