Solidariedade

06/04/2017 16:00

Feijoada da Apae é no sábado


Um evento que somente não é maior pela determinação dos organizadores em manter qualidade do serviço prestado. É por isto que a Feijoada Solidária da Apae de Maracajá chega a 11ª edição consolidada como um dos principais eventos do Sul de Santa Catarina e que será realizada neste sábado (8), como sempre, no Parque Ecológico Maracajá. A informação é do presidente da entidade e organizador da feijoada,  Dilnei de Pelegrini.

A quantidade definida é a de 1 mil participantes e as camisetas que dão direito ao acesso ao Parque Ecológico estão praticamente esgotadas. “A experiência nos mostra que nos últimos dias restam poucas camisetas disponíveis, por isto é  bom garantir o ingresso antecipadamente, procurando os diretores da Apae, ou a entidade, ao lado da Prefeitura, ou ainda pelo telefone 3523-1871”, explica Dilnei. O público é regional, com predominância de maracajaenses, evidente, mas com presença de políticos, artistas e formadores de opinião de toda região.

A qualidade da feijoada servida, como ocorreu nos dez anos anteriores, é a produção sob a coordenação do experiente Chef Motta. E não há segredos para manter o sabor, a não ser alguns procedimentos que Motta mantém guardados a sete chaves. No mais, salienta Pelegrini, “em todas as edições, a feijoada é preparada com os melhores ingredientes e acompanhamentos, mantendo a tradição da qualidade e pontualidade na hora de servir”, diz. A partir das 12h, a alimentação estará disponível.

A festa, no entanto, ressalta o presidente da Apae, vai muito mais longe e começa muito antes disso. A partir das 11h o parque já estará aberto para receber os visitantes, com exposições de produtos regionais, e atrações musicais. O finalista do Te Voice Brasil, Rubens Daniel, a banda Vinil Pra K7, e Meninas da Sanfona, de Turvo são as atrações externas e alunos da Apae também farão  apresentações de palco, como já é  tradição, no período da tarde.

As camisetas custam R$ 40,00, crianças de 6 a 11 anos pagam R$ 15,00 e recebem uma pulseira. “Os recursos arrecadados permitem que a associação proporcione serviços e atendimentos de excelência aos nossos alunos”, finaliza Dilnei.

 


22/02/2017 22:00

Alimentos excedentes na Ceasa/SC serão doados para famílias carentes


A Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa/SC) é o novo parceiro do Serviço Social do Comércio (Sesc) para execução do Programa Mesa Brasil. Os boxistas e produtores rurais que vendem seus produtos na Ceasa/SC poderão contribuir com alimentos excedentes ou fora dos padrões de comercialização que serão doados para mais de 250 famílias atendidas na Companhia e 170 instituições sociais cadastradas na Grande Florianópolis.

 

O Sesc terá um espaço dentro da Ceasa para recolher  e selecionar os alimentos e atender as famílias carentes. O Programa Mesa Brasil é uma rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício, que acaba contribuindo para promoção da cidadania e melhoria da qualidade de vida de pessoas em situação de pobreza.

 

Segundo o presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli, a parceria entre a Companhia e o SESC quer melhorar a qualidade de vida de famílias carentes, trazendo dignidade e possibilidade de inclusão social. Outro fator importantíssimo é a reeducação dos boxistas e produtores rurais para o controle do desperdício de alimentos.

 

Para mais informações sobre a doação de alimentos para famílias carentes e instituições sociais, faça contato com o Programa Mesa Brasil através do número: 0800-643 4363.

 

Ceasa/SC

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais.


10/02/2017 14:00

Crianças recebem doação de material


O sorriso nos rostos das crianças emocionou a mãe, Rosilene Noronha, que procurou a ajuda do Grupo Correio do Sul para comprar o material escolar dos três filhos. Na quarta e quinta-feira, a família recebeu as doações que foram deixadas na redação do jornal depois do apelo feito durante a programação da Rádio 93 FM. A felicidade dos filhos de Rosilene era contagiante. “Eu estou desempregada e não tinha de onde tirar, então resolvi pedir”, contou ela enquanto as crianças contemplavam os presentes. Segundo ela, este é o primeiro ano em que não dá conta de comprar o que o menino e as duas meninas precisam para voltar às aulas na segunda-feira.

Para sustentar a casa, a mãe conseguiu um trabalho temporário nas lavouras de maracujá. “A mulher que me contratou deve me chamar logo, mas estou procurando emprego. Já fui operadora de máquinas em uma fábrica, mas faço de tudo”, continua Rosilene, sem emprego há quase um ano, quando foi demitida de uma fábrica têxtil por causa da crise econômica. Ela disse ainda que “já estava pensando no que ia fazer na semana que vem, sem dinheiro”. A ajuda que algumas pessoas prestaram, fez toda a diferença para as crianças, que poderão começar um ano letivo com mais esperança e materiais novos.

 


01/02/2017 16:00

Ação tenta diminuir animais de rua


A administração municipal de Balneário Gaivota está implantando um novo sistema para atendimento de animais de rua, coordenado pela médica veterinária Gabriela Ferreira Clezar.

A profissional reconhece a dificuldade em lidar com animais abandonados, especialmente cães, que são vistos em grande quantidade no município. Uma das ações que pretende fazer, em parceria com a ONG SOS Peludos, é estimular a adoção de cães comunitários. São chamados assim aqueles cachorros que moradores de uma rua ou proprietários de estabelecimentos comerciais próximos, dividem os cuidados dele, sem necessariamente levá-lo para casa. As vantagens deste tipo de adoção são muitas: o animal recebe alimento, portanto não precisa procurar o que comer em lixeiras, tem água a disposição, local protegido para se abrigar, vacinas e castração para não procriar, no caso de fêmeas. A castração, neste caso, pode ser dada pela prefeitura. Até o ano passado, quem organizava as castrações era a ONG, função agora assumida por Gabriela. A prefeitura banca seis castrações por mês durante os meses de verão e sete no inverno, que serão distribuídas da seguinte forma: três para animais de rua, duas para cães de famílias de baixa renda e uma (duas no inverno) a disposição da SOS Peludos. O problema é que os animais de rua castrados precisam de um lar provisório até se recuperarem, pois a cirurgia exige atenção e uso de medicação em média por sete dias. São poucas as pessoas dispostas a fazer isso e a esperança é que aos poucos a sociedade se consciente da importância de colaborar com as políticas públicas para o setor.

Como a castração é a melhor forma de combater a população de animais abandonados, a ONG também colabora com seu próprio programa. O apoio de uma clínica veterinária de Sombrio permite reduzir o valor da laqueadura nas femêas pela metade. O custo depende do tamanho e do peso do animal, mas normalmente ultrapassa R$ 350,00. A ONG consegue fazer este valor cair pela metade. “Pessoas interessadas podem entrar em contato conosco através do facebook, desde que sejam de baixa renda e o animal não tenha raça, seja vira-lata”, explica Lara Fontana,voluntária da ONG.

O trabalho dos defensores de animais é intenso e contínuo, mesmo assim parece não dar muito resultado diante da grande quantidade de abandono. Afinal, quantos animais existem em Balneário Gaivota? Ninguém sabe, o que torna mais difícil organizar as ações para o setor. Gabriela quer mudar esta realidade realizando um censo animal com ajuda das agentes de saúde, que percorrem as casas em todos os bairros do município. Sua intenção é fazer a contagem duas vezes ao ano.

Cavalos e maus tratos

Lutar contra o mau trato a animais é outra frente que a ONG SOS Peludos e a veterinária Gabriela querem avançar. A voluntária Lara Fontana lembra que qualquer pessoa pode fazer denúncia contra quem maltrata os bichos. A queixa pode ser apresentada na delegacia, com o registro de um boletim de ocorrência, através do 190 da Polícia Militar e diretamente ao Ministério Público. “Nós temos um número grande de pessoas já pagando por maus tratos”, informa. Lara explica que maltratar não significa somente agredir, o termo é bem mais amplo, e engloba desde deixar o animal sem comida e água, sem proteção contra o sol, o frio e a chuva, ou amarrado em corda muito curta, sem nunca dar liberdade a ele para passear e se correr.

A maioria das denúncias é sobre cães, porém, em Balneário Gaivota também é lamentável a situação de muitos cavalos. Com um agravante: “donos de cavalos são de difícil trato”, dizem Lara e Gabriela. A veterinária lembra o óbvio, mas que muitos proprietários de animais ignoram: para trabalhar, o cavalo precisa estar bem alimentado, ter água a vontade e descanso suficiente. Infelizmente, nem sempre isso acontece e depois de ser explorado durante anos, ao ficar velho o mais comum é o cavalo ser abandonado, muitas vezes doente, a própria sorte.

 

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