Trânsito

18/10/2017 16:00

Poluição sonora é alvo de monitoramento na Rocinha


O avanço das obras de implantação e pavimentação da BR-285/RS/SC em áreas residenciais de Timbé do Sul requer cuidados para que a emissão de ruídos não cause impactos negativos na qualidade de vida das comunidades que vivem perto da rodovia. O monitoramento é realizado semanalmente pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), por meio da Gestora Ambiental (STE S.A.), atentando para atividades como a operação do canteiro de obras, o transporte de materiais, a construção de bueiros e a execução da terraplanagem.

As medições ocorrem com o uso do decibelímetro – equipamento que mede os níveis de pressão sonora – e são realizadas em dois turnos, com tempo mínimo de exposição de cinco minutos para cada ponto. Para efetuar a leitura dos dados, o aparelho é posicionado no limite da faixa de domínio, acerca da residência que está mais perto da frente de serviço em atuação. Conforme o supervisor ambiental Francisco Feiten, a equipe também registra outras informações que podem interferir nos resultados, incluindo velocidade do vento, temperatura, umidade relativa do ar e o volume de tráfego da rodovia, distinguindo os tipos de veículos entre leves, pesados e motocicletas. “É importante salientar que não há locais considerados sensíveis lindeiros ao trecho, como escolas e postos de saúde”, afirma.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a exposição a níveis sonoros superiores aos limites de tolerância pode causar estresse auditivo, cujas consequências são incômodo, fadiga, irritação, insônia e outros sintomas. Caso sejam diagnosticados ruídos acima dos parâmetros aceitáveis, a Gestora Ambiental deve propor ações de forma a adequar as obras aos padrões estabelecidos pelas legislações vigentes.


11/09/2017 18:00

Dnit concentra roçada entre Içara a Sombrio


O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/SC) vai concentrar trabalhos de manutenção da BR-101 Sul catarinense, com roçada na vegetação rasteira e arbustiva em bordos, taludes, vias laterais e canteiro central da rodovia federal, entre os municípios de Içara a Sombrio. A autarquia alocará frentes de trabalho em 56 quilômetros de pistas duplicadas, iniciando no km 383, seguindo em direção ao sul, até o km 438. Além das roçadas, serão feitos trabalhos de coleta de lixo, limpeza de sarjetas e desobstrução do sistema de drenagem.

Mesmo sendo feitos próximos do fluxo dos veículos em longo curso, os trabalhos de conservação não vão interferem no tráfego das pistas, interrompendo ou estreitando faixas de rolagem. Já nas vias lindeiras, a movimentação de trabalhadores e equipamentos é maior e direta, ficando os motoristas locais e pedestres orientados a manter distância das frentes de manutenção. A atenção deve ser redobrada, principalmente, nos acessos e saídas de aglomerados urbanos pelas alças laterais.

A conservação com retirada da vegetação e lixo é necessária para a manutenção dos elementos de sinalização rodoviária (placas, painéis, defensas metálicas, etc.) e também para a melhor visualização e compreensão pelos motoristas. Já a coleta de lixo evita que materiais sólidos acabem dentro do sistema de escoamento, danificando bocas de lobo e as galerias debaixo das pistas.

Aos motoristas, o DNIT/SC pede atenção redobrada para a circulação dos trabalhadores nos bordos de pista, alças e canteiro central. Quando as equipes forem avistadas, é preciso reduzir a velocidade e respeitar o espaço das atividades.

 


11/09/2017 12:00

Programa de Melhoria das Travessias Urbanas


Dentre 22 projetos socioambientais e um estudo desenvolvidos paralelamente às obras de duplicação da BR-101 sul, consta o programa de Melhoria das Travessias Urbanas. Este programa tem como objetivo o planejamento, construção e operação da rodovia, de modo a integrá-la ao espaço urbano, minimizando os impactos sobre a comunidade lindeira, como a separação de bairros pela rodovia.

As vias lindeiras estão inclusas neste item do Plano Básico Ambiental – PBA, juntamente as passarelas e passagens inferiores de pedestres, todos dispositivos que possibilitam o trânsito de veículos e pedestres, visando à interação definitiva da rodovia duplicada aos aglomerados urbanos lindeiros a ela.


01/09/2017 22:00

Os riscos para quem trafega usando acostamentos da BR-101


Nos trechos duplicados da BR-101 Sul catarinense, os espaços destinados para acostamento devem ser utilizados em paradas necessárias. Trafegar com veículos expõe os usuários da rodovia federal ao risco de acidentes e, por isso, deve-se utilizá-lo de maneira correta, respeitando o uso desta faixa de segurança.

A parada no acostamento é indicada somente em caso de emergência, urgência ou pane mecânica/elétrica no veículo. Além de perigoso, o tráfego de veículos pelo acostamento é infração de trânsito, sendo passível de multa ao condutor. O veículo flagrado trafegando em circulação pelo acostamento é autuado por infração gravíssima, com multa de R$ 574,00 e, em caso de ultrapassagem pelo acostamento, o valor passa a ser de R$ 957,00, podendo chegar a R$ 1.915,00, caso ocorra reincidência dentro do período de até de doze meses.

Não é recomendado usar o acostamento para atender ao telefone celular. Caso seja necessário, procure um local seguro, como um posto de combustíveis. Já quando o veículo apresentar problemas e necessita usar o acostamento, é importante ligar a sinalização luminosa (pisca), indicando a parada com o triângulo-refletivo numa distância de 50 metros do local. Usar galhos de arbustos também é válido, colocando-os após o triângulo de maneira a não atrapalhar os outros usuários. Pneus e outros objetos maiores não são recomendados, pois oferecem riscos, principalmente aos motociclistas. Após sinalizar, o motorista deve entrar em contato com a PRF ou uma empresa de guinchos para retirar o veículo na via, oferecendo mais segurança aos usuários da rodovia. Para entrar em contato com a PRF o número de telefone é 191.

Atenção aos espaços sinalizados – Outra recomendação de segurança feita aos usuários da BR-101 Sul é quanto ao trânsito por locais demarcados pela sinalização horizontal (zebrado), na saída ou entrada de obras de arte especiais, vias laterais ou acessos a municípios, bairros e locais públicos. Os motoristas devem atentar ao sentido de circulação do tráfego, orientado pela sinalização vertical, para evitar riscos de acidentes. Em paradas na BR-101 Sul, é proibido o estacionamento sobre os espaços zebrados, acessos ou vias laterais.

Retornos de pistas, somente em locais corretos – Ao acessar as vias laterais, para completar a manobra de retorno ou acesso às cidades lindeiras, os motoristas devem ter atenção à sinalização vertical indicatória para ter certeza que naquele ponto da rodovia é possível a entrada. Anterior aos viadutos, o DNIT instala painéis, com a altura das estruturas, para que transportadores de carga meçam o tamanho da carga e façam a manobra de retorno.

Nos trechos duplicados, o retorno de sentido deve ser feito sob as OAEs, liberadas. Os cuidados devem ser redobrados ao acessar as pistas sob os viadutos e passagens inferiores, observando o fluxo de veículos nas vias lindeiras, bem como a altura das estruturas. Em algumas vias laterais há tráfego de veículos em mão dupla, sendo que os usuários devem ficar atentos à sinalização vertical disposta.

Além das OAEs, a mudança de sentido nas faixas de rolagem pode ser realizada em retornos em nível, construídos em trechos duplicados da BR-101 Sul. Há retornos em nível no 259, em Paulo Lopes, no km 344, em Tubarão, no km 406, entre os viadutos de transposição do banhado de Maracajá, e no km 460 e km 461, em Santa Rosa do Sul. Nestes trechos os motoristas devem atentar para o reingresso na rodovia, sempre paralelo à faixa destinada ao fluxo rápido de veículos.

 

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