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Região discute em curso turismo sexual

06/08/2012

Faltando apenas uma região a ser visitada no estado, a Associação de Municípios do Extremo-Sul Catarinense (Amesc) recebeu a nona edição do curso de formação de multiplicadores, alcançando o maior número de participantes. O objetivo é formar multiplicadores do setor de turismo e os profissionais do Sistema de Garantia de Direitos para que contribuam na prevenção à exploração sexual contra crianças e adolescentes nas atividades turísticas.

 


Em 2004, por solicitação do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e como ação prioritária de governo, alguns ministérios passaram a trabalhar em favor da proteção e no enfrentamento da exploração sexual contra crianças e adolescentes. Atendendo a esta solicitação, o Ministério do Turismo (MTur) lançou, no final do mesmo ano, o Programa Turismo Sustentável e Infância que tem como objetivos a prevenção e o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nos equipamentos do turismo, e como princípios o desenvolvimento sustentável, a responsabilidade social corporativa e os direitos da criança.

 


Em 2010, após a participação da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) no Curso de Multiplicadores Nacional foi apresentado o Projeto TSI-SC aprovado pelo MTUR, gerando um convênio, no qual uma das ações é o curso de multiplicadores nas dez regiões turísticas do estado de Santa Catarina. Na quinta e sexta-feira, a Região Turística Caminhos dos Canyons sediou o curso no Hotel Morro dos Conventos, em Araranguá. Quem participa das ações realizadas pelo programa são agentes públicos federais, estaduais e municipais, empresários, profissionais do turismo e segmentos da sociedade civil.

 


Para o secretário regional Heriberto Schmidt, o enfrentamento da exploração sexual de criança e adolescente exige um conjunto articulado de ações e políticas públicas, bem como o compromisso e a atitude dos diferentes atores sociais para assegurar a definição de papeis e responsabilidades, o que garante elementos fundamentais para incidir no enfrentamento ao crime da exploração sexual e na promoção de ações de proteção a vitima e resgate de seus direitos e de sua dignidade. Não existe turismo sexual, o que existe é um crime com pena prevista em lei. O termo correto seria turismo com motivação sexual (quando o turista viaja com esta motivação específica), ou exploração sexual no turismo (quando àquele que viaja a passeio se utiliza da situação no local), explicaram os palestrantes.

Fonte: Correio do Sul




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